Uma palavra que define tudo NÃO sou: PASSIVA.
Passividade é o contrário de Passionalidade, passividade é a principal característica de gente que não faz questão.
Sabe aquela pessoa que tanto faz, que não faz questão de nada?Então..
Faço questão de me manter bem longe dessa legião de adeptos ao "Tanto faz"
Quem não faz questão não aproveita, faz as coisas por sei lá acaso, talvez sorte e não por vontade, não tem a garra e o entusiasmo de quem faz questão.
Não corre pra chegar na hora pois não faz questão de estar lá, não se esmera pra se arrumar pois não faz questão de estar bonito, não estuda pois não faz questão de crescer na vida, não liga pois não faz questão de ser lembrado, não escolhe pois não faz questão de acertar.
Acorda como uma obrigação sem fazer questão de aproveitar o dia, faz sexo sem fazer questão do gozo, joga sem fazer questão de vitória, come e compra em qualquer lugar pois não faz questão de qualidade.
Aceita o que vem, não se prepara, não tem expectativas, não faz questão do melhor pois se conforma.
Não aceita críticas e nem admite que errou por não fazer questão de melhorar.
Não faz questão de visitar amigos, afinal, teoricamente eles sempre estarão lá, se entrega a qualquer relacionamento sem fazer questão de borboletas no estômago, não dá bom dia nem distribui sorrisos pois não faz questão de ser agradável, não faz questão da maioria das coisas que parecem bobas ou detalhes e acaba não fazendo questão de nada, pois nossa vida é composta de cada coisinha dessas...deixa que a vida leve e esquece de tomar as rédeas do futuro.
Faça questão de sentir o frio na barriga, de sentir o nó na garganta, de sentir a lágrima rolando na face, de sentir o coração saindo pela boca, de gritar, de amar, de odiar, de se sentir vivo o tempo todo, todo o tempo.
Passividade é um câncer que mata a alma.
Gente que não se abala quando é derrotado, afinal, nem fazia questão mesmo...Deus me livre!Eu faço drama mesmo, grito choro e me descabelo mesmo na mais simples batalha perdida, ainda que me reste a guerra pra lutar eu faço questão de todas vitórias, mesmo sabendo lá meu íntimo que é impossível ganhar sempre. Faço questão de fazer questão da vitória.
Não viva na ilusão que a vitória(ou a derrota) vem ao acaso, que o resultado vem sem querer. A colheita só existe depois que alguém faz questão de plantar a semente.
Gente que só come pelas beiradas e não enfia a colher no meio do mingau não sabe o que está perdendo.
Gente que não faz questão
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Aconteceu...
domingo, 1 de agosto de 2010
Ele chegou aos poucos, veio como amigo e de repente se declarou apaixonado...me assustei.
Eu queria sim ter alguém, mas não sabia se era a hora certa, se tinha espaço pra ele na minha vida, se eu teria tempo pra um relacionamento e muita dúvida em relação ao que sentia por ele, na verdade eu ainda não sentia nada além de amizade.
Fui sincera e me espantei com a persistência dele, com a paciência e com o amor totalmente altruísta que ele demonstrou.
Não joguei charme, nem fiz joguinhos de conquista...eu mostrei meu pior lado, me mostrei sem maquiagem, sem salto, sem vergonha, sem papas na língua, sem reciprocidade ao que ele estava sentindo e ele continuou lá demonstrando cada vez mais interesse quando eu fazia tudo pra demonstrar meu desinteresse e quem sabe faze-lo mudar de idéia...não me sentia merecedora daquele sentimento, talvez já estivesse acostumada a ficar sozinha e tava achando que não daria conta em ter que me dividir ainda mais...talvez ignorar o amor de alguém fosse meu escudo pra evitar novas decepções e frustrações...
Então um dia eu acordei e vi que com ele não precisaria me dividir, ele chegou na minha vida pra somar, pra andar ao meu lado...e agora não consigo viver nem mais um dia sem ele.
Não fizemos nenhuma promessa de amor eterno, de exclusividade ou fidelidade....não temos necessidade de palavras pois temos bem mais que isso.
Com ele me sinto livre pra ser eu mesma e incrivelmente ele gosta de mim assim, como eu realmente sou...e por assim ser, hoje sou uma pessoa muito mais feliz do que era antes dele.
Amor é o nome disso?
A Droga!
domingo, 21 de março de 2010
A droga mais pesada, mais danosa que existe se chama AMOR.
Você está entediado, procura emoção em sua vida quando lhe aparece um fornecedor lhe oferecendo a promessa do paraíso, de dias felizes e compreensão. Você resolve experimentar e então entra nesse ciclo vicioso que não acaba nunca.
A droga começa afetando o coração fazendo-o bater mais forte, em seguida torna suas pernas
trêmulas, afeta seu estômago criando a falsa ilusão de borboletas dentro de você e quando
percebe-se está dominado pelo vício.
A sensação de euforia é maravilhosa, você começa a enxergar cores que não existem, os ruídos lhe parecem canções, a droga é tão forte que te faz levitar sobre nuvens de algodão.
Este bem estar é temporário, varia de pessoa para pessoa e os efeitos colaterais não demoraram a aparecer, te levando ao fundo do poço e fazendo que você queira mais e mais desse poderoso alucinógeno.
Aumentam-se as doses.
Em pouco tempo afeta sua mente e você já não consegue sequer fazer atividades corriqueiras e banais sem apresentar sintomas do vício, seja através de um sorriso ao citar o fornecedor da mesma ou através de um brilho no olhar diferente.
Sob o forte efeito tóxico você tem alucinações fortes que te fazem escrever poemas, músicas, textos, mensagens, cartas e o poder que a droga tem é tão forte que não cessa nem quando você dorme.
Você acha que tem controle sobre seus atos e para com vício quando quiser.Falsa ilusão que a droga te proporciona.
Então, você já é um dependente e busca constantemente satisfazer seu vício com doses muito maiores, seu fornecedor começa a lhe cobrar mais caro e então você percebe que está sendo passado pra trás..aquele produto do início já não é tão puro, está adulterado, já não lhe satisfaz.
Você pensa que o problema é com você e troca de fornecedor, mas a outra droga também não te satisfaz , ou o fornecedor encontra algum viciado que lhe dê mais lucro e te abandona...
A abstinência é dolorida.
Você se pega aos prantos em pleno sábado a noite quase implorando pra que alguém alimente seu vício...você sequer consegue lembrar que tinha uma vida mais ou menos estabilizada, que era alguém decente e controlada antes de cair nesse vício maldito. Você pagaria qualquer preço pra ter mais uma dose, você tá desesperado, acabado...um completo e idiotado viciado.
Sem escolha você tenta a reabilitação...Bem vindo ao A.A.(Apaixonados Anônimos) "Oi, eu sou a Paula e sou uma idiota apaixonada"..."Oooooooi Paula"
A reabilitação consiste em orgias gastronômicas, porres homéricos, e muitas lágrimas derramadas.
Possivelmente ocorrem recaídas.
Deve-se evitar aproximar-se de outros viciados ativos nesse período.
Você se recupera, acha que seu corpo está livre da droga para sempre...até que um dia aparece um "inocente" fornecedor...é mesma droga mas dessa vez parece estar melhor, parece diferente e então você experimenta só um pouquinho, só uma vez....no outro dia também, só um pouquinho não vai fazer mal nenhum, afinal é tão bom e dessa vez é diferente...e assim todos os dias até que um dia percebe que o foi enganada e a droga de novo é fajuta...vem a abstinência e começa todo o ciclo sem fim...
Procurando Nemo
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Eu sou uma farsa.
Ao dizer obrigada a um elogio que recebo ao invés de alertar a pessoa que me elogiou que não sou nada daquilo, eu tô sendo uma farsa.
Eu não tenho qualidades, eu sou a imperfeição materializada.
Eu sou um rascunho de alguma coisa que talvez nunca seja passada a limpo.
Eu não sei mais o que eu sou embaixo desse cabelo pintado, da maquiagem, do luz, do esmalte, da roupa, da lente...ou seria diferente se eu optasse por não me fantasiar de alguém mais parecido do que eu vejo como mais bela?
Eu não tenho direção nem um norte, simplesmente porque eu nem consigo localizar o norte, aliás, eu não tenho NENHUMA noção espacial.
Eu não sei qual a direita e qual a esquerda sem buscar uma referência, como por exemplo mão que escrevo. Eu não sei olhar relógios sem que tenham TODOS números bem grandes e nítidos.
Eu vou explicar e acabo confundindo mais. Quando vou contar uma piada eu acabo contando o final antes do começo.
Eu engordo até quando tô de dieta.
Nunca consigo me manter maquiada e arrumada até o final da festa.
É preciso mais do que um nome e uma fisionomia pra eu lembrar de uma pessoa.
Esqueço sempre os finais dos filmes, mesmo daqueles que eu amo e tenho como meus preferidos.
Fajuta!
Acho que também nem sei como manter um relacionamento, haja vista que tô sozinha, pois mesmo por opção significa que se eu tô me questionando sobre isso talvez seja a opção errada.
Eu quero coisas que não existem.
Espero pessoas que nem nasceram.
Eu quebro a cabeça pra entender a lógica de algo complexo e consigo..mas depois não lembro mais.
Reprovo coisas que faço. Faço coisas que reprovo. Repito a reprovação e o repito ato reprovado.
Eu não sei falar outro idioma, eu não sei trocar um instrumento, eu não sei desenhar, eu não sei atuar.
Eu nunca fico bem nas fotos, mas as vezes me acho bem no espelho, então isso significa que talvez eu não me enxergue tão bem.
Eu peço uma ajuda que nem sei se que quero.
Eu não sei cozinhar, e sim eu já tentei muito...e eu deveria ter vergonha de admitir que mal consigo adoçar direito um café.
Choro de raiva e rio muito quando estou nervosa.
Não sei usar virgulas e menos concordância verbal.
Eu poderia me definir como "metamorfose ambulante", mas a palavra ambulante me faz lembrar um vendedor de rua, mas eu sei que neste termo esta palavra esta sendo empregada com outro propósito mas mesmo sabendo eu acabo não usando, mas então porque eu citei isso?
Aliás, porque eu tô escrevendo aqui? Ou porque não paro agora, antes de publicar minhas "não teorias" medíocres?
Eu não tenho opinião formada sobre vida em outros planetas, sobre teorias de conspiração, pena de morte e mais tantoss assunto que as pessoas normais debatem.
Eu não tenho auto confiança o suficiente nem pra chamar alguém no MSN, tenho vergonha, medo de ser ignorada. Não telefono, não procuro, não bato na porta, mas sempre respondo.
Eu não sei me defender quando alguém me ofende, eu idiotamente, choro.
Eu tropeço nos meus próprios pés e consigo bater em coisas que estão no caminho e só eu, distraída, não vejo.
Ou eu me prendo e me comprometo a algo, ou não me prendo e mantenho distância..eu não sei ser o meio termo.
Eu não danço conforme a música e me perco no mais simples 2 e 2.
Eu mudo de idéia e quero voltar atrás justamente na hora que já não tem mais volta.
Eu não tenho paciência.
Eu não tenho...nada.
Eu quebro as unhas, quero pratos, quebro regras, quebro contratos, quebro vasos, quebro a cara...e como se não bastasse eu ainda me corto com os cacos.
Eu ia escrever alguma coisa me comparando a Dori, a peixinha do Procurando Nemo e por isso o título do post é esse, mas já na primeira frase eu acabei levando esse texto pra outro caminho e enfim...uma farsa.
Cinderela
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Ela acordou.
Tentou em vão lembrar a noite anterior.
Não reconheceu o quarto, não conseguiu identificar o estranho que dormia ao seu lado.
Viu suas roupas atiradas e conseguiu lembrar que havia saído para dançar. Conseguiu lembrar do primeiro martini, do segundo, do terceiro, do quarto, e do começo do quinto...depois disso só recordava vagamente a euforia, a pressa, o desejo e o gozo.
Lembrou apenas o que sentiu, não fazia a menor idéia de como chegara ali e muito menos quem a levara.
Foi invadida por um misto de vergonha e orgulho já que nunca havia se aventurado tanto, nunca havia saído de sua zona de conforto, e então ali estava ela.
Enxergou-se no espelho de um motel...descabelada, maquiagem borrada, nua e ao lado de um estranho que dormia.
Catou suas roupas com dificuldade, já que ainda sentia-se tonta.
Pegou todas a peças que pôde achar fazendo o mínimo de barulho para não acordá-lo.
Sentiu-se tentada a abrir a carteira dele que estava em cima do criado mudo e ver o nome do homem que acabara de conhecer seu lado mais irracional, porém desistiu com medo que ele se virasse e abrisse os olhos, sequer viu o rosto dele.
Vestiu-se apressada e foi embora sem saber.
Minutos depois, aos poucos, ele despertou.
Procurou a noite na memória.
Flashes, pista de dança, um corpo feminino, gemidos, nenhum rosto.
Sozinho em um quarto de motel, sem nenhuma memória de quem esteve com ele.
Questionava onde ela poderia estar naquele momento e porque fugiu?
Conseguia lembrar o quanto foi bom e suas costas arranhadas não deixavam dúvidas, mas quem era ela? Nenhum nome, nada.
Olhou ao seu redor buscando alguma pista, algum bilhete, alguma coisa que levasse até a mulher que havia lhe proporcionado tanto prazer e viu num cantinho, jogada e rasgada, a prova do crime:uma pequena calcinha vermelha...a única lembrança concreta deixada era aquela calcinha, como se fosse o sapatinho de cristal de sua Cinderela.
Caro 2009
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Amigo 2009...
você foi rápido, hein!?! Passou breve, num piscar de olhos, mal te vi passar, seu apressado! Mas, tudo bem...isso não chega a ser exatamente uma reclamação já que o que eu mais quis durante todo seu decorrer foi que você voasse, pois muita coisa pra mim dependia apenas de tempo, estava além de você, então tudo bem..ter corrido foi melhor pra mim. Não me recordo de ter prometido algo que não cumpri, sinceramente tenho minha consciência em paz de ter feito tudo corretamente e não ter prejudicado ninguém(nem a mim mesma). Vivi para minha filha e para mim apenas, necessariamente nessa ordem.
Você me deu alguns tombos, uns doloridos até, algumas pseudo-decepções (e outras nem tão pseudo assim)você foi um tipo de pai que quer o bem de seus filhos, mas quer que eles aprendam com seus erros, não dá o peixe mas ensina a pescar. Obrigada, deu certo, eu aprendi... me faz passar por tantas, mas tantas provações que teve alguns momentos que juro, achei que não conseguiria ir além de você, te odiei, te odiei muito, mas agora, olhando pra trás, eu te agradeço. Foi em ti, 2009, que aprendi a me amar e a me superar, a conviver bem comigo... Foi um dos anos mais solitários da minha vida, mas uma solidão que eu quis, que eu precisei pra me conhecer melhor, meus limites, minhas metas, eu aprendi a separar o joio do trigo, os cacos de vidros dos diamantes. Foi um dos anos que mais chorei na vida, mas nem todas minhas lágrimas foram de tristeza, eram lágrimas de determinação, de superação. Poucas coisas aconteceram fora, a maioria das coisas aconteceu dentro de mim. Já quase chegando ao fim, você me recompensou pelo meu esforço, você me deu o bilhete de entrada dourado para 2010, e me deu o principal, o alimento pra alma, tudo que precisamos para comemorar o ano que tá chegando, você me deu ESPERANÇA...
Obrigada 2009 por ter sido um ano de semeadura de coisas boas, eu realmente precisava disso, e que seu sucessor 2010 (e todos os outros anos, óbvio, chega de sofrimento por favor.Já aprendi a lição! ! ! )venha trazendo minha colheita de recompensas, pois eu mereço e estou preparada para recebe-la e desfruta-la com sabedoria.
Breve Amor...
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
De repente, ele entra no ônibus.
Olhos claros, cabelo bem curto, estiloso, bem vestido, mais ou menos da minha idade.
LINDO!
Logo de cara nossos olhares se cruzam, e rola "aquele" olhar. Junto sobe uma guria bonita, mais ou menos da mesma idade e tal, fico na dúvida se é namorada e como ele sentou sozinho do outro lado do ônibus me senti aliviada, não eram namorados, Ufa!!!
Ele senta ao meu lado, mas do outro lado do ônibus(eu tava sentada com o meu tio) e durante o percurso trocávamos olhares, e olhares não mentem.
Fico pensando aonde ele pode estar indo, era quase meio dia, provavelmente estava voltando pra casa...o que será que ele faz? Quais serão as outras qualidades além de lindo e de um olhar hipnotizante?
Ele também parece me analisar...será que dá pra perceber que não sou daqui? será que eu pareço mais velha que realmente sou? o que será que ele tá pensando?
Olhares, ai, olhares...é como se eles falassem por nós...
Talvez o fato de eu estar com meu tio intimidasse outro contato, talvez nem houvesse intenção realmente da minha parte ou dele de outro contato, sinceramente não sei...estávamos envolvidos por olhares e era como se aquela viagem não fosse terminar nunca, meu tio conversava comigo mas eu tava envolvida com outra coisa.
Olhos a janela da alma.
Até tentamos disfarçar, nos olhamos fixamente por alguns segundos antes que eu baixe os olhos com uma vergonha que naquele momento não gostaria de ter. As vezes ele chega a se curvar um pouco dando a impressão que quer me ver melhor, e eu olho pra trás antes de olhar diretamente na direção dele...tudo desnecessário, era óbvio que meu olhar queria o dele...e assim aconteceu, e o olhar mexeu com outros sentidos, instigou e provocou muitas coisas em poucos minutos...
Com tristeza percebo que meu destino está chegando, reconheço o bairro onde meu tio mora e onde devo descer...e agora??Peço a Deus que o destino daquele cara lindo, o dono dos meus olhares e minha atenção por alguns minutos seja o mesmo.
Mas não é.
Eu desço, olho triste e percebo a tristeza no olhar dele também.
Atée nunca mais, meu breve amor...
O ônibus se vai levando pra sempre aquele que talvez fosse o homem da minha vida, mas antes de virar a esquina, um último olhar através da janelinha.
...e Deus fez Gael Garcia Bernal
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
It´s Paula, Bitch!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Já repararam que mulher não pode falar de sexo???Não pelo menos se não quiser ser chamada de puta e afins...
Não pode falar, mas tem que ser de preferência uma máquina na cama...e tipo como se aprende se não for debatendo sobre o assunto(e fazendo, óbvio)?
(Mas fazer, é mais complicado do que falar..pelo menos pra mim que não tenho namorado e descobri que não sou boa em sexo casual...eu travo sem um grau de intimidade um pouco maior por mais que eu queira, sabe?)
ACORDEM!!!
Sexo não é pra fins reprodutivos apenas, e isso há tempos!!!Quem for hipócrita e pensar assim, sinto muito..vai estar perdendo uma das melhores coisas da vida.
Mulheres( e homens) que acham que isso é um assunto muito íntimo, ok, mas deixem de julgar quem gosta de falar sobre isso, eu não tô numa mesa de jantar falando com meus pais ou com minha filha, eu tô escrevendo na internet, lê quem quem quiser e vir até aqui, entendem a diferença?
Sempre é válido, ler e escrever sobre isso, até pq MULHERES, sexo não é apenas DAR, tem que saber fazer tb... #fikadika
(Ah, se quiserem falo mais sobre isso =)
Aproveitei o parentêses pro emoticon. Tri!
Contradizendo...
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Sou mais feliz quando não estou amando, mais inquieta, verdade, mas mais feliz...afinal não preciso me preocupar com outra pessoa além de minha filha(que já ocupa boa parte dos meus pensamentos e tempo), não preciso dar satisfações e nem explicações pra outro alguém..
Eu já me convenci que não preciso de alguém pra mim, que posso me virar sozinha...
Quando estou apaixonada eu sofro...sofro se ele hesita em dizer que vai me ver, se ele parece não estar convencido do sentimento, se ele vai jogar futebol com os amigos enquanto eu esperava que ele lesse meus penamentos e me levasse pra passear, se ele demora pra me ligar..eu sofro tanto pelo medo de ser traída talvez, incerteza...minha mente é um labirinto que nem eu aprendi a achar a saída.
Mas, sem amar eu me sinto inquieta, eu procuro o amor em qualquer pessoa que me dá um pouco de atenção, mas também procuro nessa pessoa defeitos nos quais eu possa me agarrar caso tenha que esquece-la, é como auto-proteção, mirar nos defeitos faz me sentir melhor no caso de uma futura rejeição.
Quando me apaixono eu perco o freio e até um pouco do bom senso, jogo no lixo meu amor próprio e me anulo...mas quando não tenho um amor na minha vida é como estar sem norte, é como fazer um show sem platéia, é como dançar sem um par. Eu me sinto insegura sem uma mão pra segurar enquanto caminho ou sem um alvo certo para meu desejo e fantasia.
Só que não sei o quanto é bom, pois como pode ser bom não ser dona de si e ser movida pela emoção tão somente?Pular de um abismo com um sorriso nos lábios?
Sim, é bom!
Mas, eu sei que tudo isso implica em ceder algo que talvez eu nem tenha...
E minha liberdade? Eu gosto disso, de ser livre...ter alguém significa abrir mão disso, ter alguém e também ser de alguém, me doar, me perder...
Agora me diz..pq eu quero esse tipo de sofrimento??? Pq eu tô olhando ao meu redor e procurando um causador para minha dor e um responsável pelas lágrimas de desilusão que um dia vão cair de meus olhos? Pq?
Talvez eu não esteja tão convencida assim que quero estar sozinha..
talvez eu não esteja tão feliz sozinha...
talvez eu tenha espaço de sobra no meu coração...
talvez eu seja masoquista...
talvez...





